Estarreja 2 - Cesarense 0 (Campeonato Nacional da III Divisão)
André Ferreira
Não houve milagre em Estarreja
Não foi pela falta de oportunidades que a equipa de Cesar não conseguiu vencer o seu adversário, mas sim pela eficácia do mesmo. Certo é que a situação do Cesarense mais complicada ficou.O Cesarense começou o jogo bastante nervoso e, os primeiros cinco minutos, foram de bastante intranquilidade, nunca conseguindo ultrapassar o seu meio campo, ao contrário da equipa local que estava em constante pressão ofensiva.A primeira verdadeira oportunidade de golo nasceu aos vinte minutos, quando César chuta forte ao lado da baliza de Nuno. No mesmo minuto, Xavi responde com remate forte do meio da rua, para defesa tranquila de Rui Pedro.
Não houve milagre em Estarreja
Não foi pela falta de oportunidades que a equipa de Cesar não conseguiu vencer o seu adversário, mas sim pela eficácia do mesmo. Certo é que a situação do Cesarense mais complicada ficou.O Cesarense começou o jogo bastante nervoso e, os primeiros cinco minutos, foram de bastante intranquilidade, nunca conseguindo ultrapassar o seu meio campo, ao contrário da equipa local que estava em constante pressão ofensiva.A primeira verdadeira oportunidade de golo nasceu aos vinte minutos, quando César chuta forte ao lado da baliza de Nuno. No mesmo minuto, Xavi responde com remate forte do meio da rua, para defesa tranquila de Rui Pedro.
O pior chegou aos vinte e seis minutos para a equipa visitante, numa altura em que o Cesarense parecia estar a controlar o jogo. O “irrequieto” César, correspondeu da melhor maneira a um cruzamento que surgiu do lado direito do seu ataque e empurrou a bola para o fundo das redes de Nuno. Se a confiança não abundava no seio de equipa de António Cerqueira, o nervosismo passou a transbordar.
Fábio, nada contente com o resultado tentou dar ânimo ao grupo, em jogada individual – este esteve francamente bem no um para um – deixou um adversário para trás e, em zona apropriada para cruzar para a área, fez o que ninguém esperava “disparou uma bomba” ao poste da baliza defendida por Rui Pedro.Na ressaca, Nii Amo, no coração da área chutou por cima da baliza.
A segunda metade da partida, começou com uma alteração para o Cesarense.António Cerqueira, colocou em campo o jovem Ricardo criado nos escalões de formação do Cesarense, correspondendo da melhor maneira, sendo um foco de atenção devido à sua entrega ao jogo.Aos cinquenta e oito minutos, Rui Silva na cobrança de um canto, coloca a bola na cabeça de Edinho, este cabeceou com perigo por cima da baliza. Dez minutos depois, Sérgio, em jogada de insistência, levou a bola pelo meio campo adversário, entregando a bola a Xavi, que cruzou para o recém entrado Nuno Preto, este, de cabeça, obriga a defesa incompleta, Fábio na ressaca chutou para a defesa do guardião local. Na reposição da bola em jogo, a equipa de Cesar ficou parada depois de ver tanta falta de sorte, a equipa local pouco se importou com esse factor e, César desembaraçou-se dos defesas visitantes, encontrando Nuno pela frente, chutou ao poste, acabando por encaminhar a bola para o fundo da baliza. Faltavam pouco mais de vinte minutos para o final da partida, o Cesarense não desistiu, lutou, criando algumas oportunidades de golo, mas nunca concluídas da melhor maneira.
Fica tudo adiado para a última jornada, o Cesarense encontra-se em desvantagem, adivinha-se o pior. Espera-se um milagre na tarde do dia 21 no Estádio do Mergulhão.
O árbitro passou despercebido.
Estarreja: Rui Pedro; Zito, Manuel, Fábio (Bonfim, 78’), Ricardo Miguel, César (Pesquina, 90’), Costa, Jorge Emanuel, Bruno Xavier, Eduardo (Tarola, 54’) e Hélder
Cesarense: Nuno; Rosas, Sérgio, Sidon, Pedro (Ricardo, 46’), Rui Silva, Nii Amo, Xavi, Fábio (Julinho, 70’), Edinho e Márcio (Nuno Preto, 70’).
Jogo no estádio de Estarreja
Árbitro: Carlos Amado (Leiria)Assistentes: Artur Loureiro e Célio Ferreira.
Disciplina: cartões amarelos para Fábio (6’) do Estarreja e para Xavi (90’)
Marcadores: César (26’ e 68’)
0 penalti:
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