Cesarense 2 - Arrifanense 0 (Campeonato distrital 1ª divisão A. F. Aveiro)
Augusto Vilhena
CESARENSE
Toni, Pedro Pais, Yann (Zé Manel-77’ e depois André-85’), João Rafael, Rui Silva (Vilar-61’), Ricardo Azevedo, Nandinho, Rosas, Fábio, Sérgio e Samu.
Treinador: António Cerqueira
Marcadores: Ricardo Azevedo (49’) e Fábio (79’)
Cartões amarelos: Ricardo Azevedo, João Rafael e Vilar
ARRIFANENSE
Carlos, Fernando (André-84’), Pedro Castro, Ricardo, Porto, João Pinto, Manel (Jorge-55’), Folha, Leandro, Bruno Fonseca (Pedro-65’) e Michel.
Treinador: Martins
Cartões amarelos: Pedro Castro, Porto e João Pinto
JOGO NO ESTÁDIO DO MERGULHÃO
EM CESAR
Árbitro: António Resende
Auxiliado por: Tiago Leandro e Fernando Pinho
Ao intervalo 0-0
Superioridade absoluta
No jogo grande da (quinta) jornada entre o, até então, líder invicto (Arrifanense) e um dos três segundos (Cesarense), a superioridade dos anfitriões foi de tal modo evidente que o resultado apenas peca por demasiado escasso. O início foi bastante movimentado, com os visitantes a revelarem-se algo mais perigosos em dois remates intencionais, a que o Cesarense respondeu com três cantos consecutivos, tudo isto ainda dentro da primeira dezena de minutos. Depois, gradualmente, o Cesarense foi tomando conta do jogo, graças a um futebol mais apoiado na progressão ofensiva, enquanto o Arrifanense optava por um tipo de futebol mais directo, com lançamentos em profundidade. Aos 37 minutos, Porto jogou a bola com a mão e na conversão da respectiva grande penalidade, Sérgio acertou no poste direito, com Carlos lançado para o lado contrário. Aos 44, Samu isolou-se e, à saída de Carlos, atirou para a baliza deserta, mas a bola, caprichosamente, bateu na base do poste e não entrou e mesmo sobre o intervalo, Fábio antecipou-se a Carlos, mas o cabeceamento saiu sobre a baliza.
Na segunda metade, o Cesarense, que neste jogo apresentou o novo patrocinador – TELNOR – abriu finalmente o marcador através de Ricardo Azevedo, num estoiro de pé direito que ainda bateu num poste antes de entrar quase junto ao outro. O Arrifanense reagiu, mas pouco, porque o Cesarense nunca abdicou do controle do jogo, quer na construção das melhores jogadas, quer a fechar bem os espaços por onde o adversário pretendia a abrir o caminho para a baliza de Toni. Aos 79 minutos, o 2-0 por Fábio, em recarga a um primeiro remate de Vilar que Carlos defendeu com os pés, conferia outra expressão à supremacia do Cesarense no jogo. De resto, só aos 81 minutos, os visitantes tiveram a única oportunidade para marcar quando Leandro e Michel saltaram ambos à mesma bola e perderam o lance só com o guardião Toni pela frente.
Vitória justíssima do Cesarense num jogo viril, mas muito correcto e com uma arbitragem positiva do “nacional” António Resende, mesmo com o benefício da dúvida no lance (aos 26 minutos) na área visitante, entre Fernando e Ricardo Azevedo, com este a ser amarelado por suposta simulação de grande penalidade.
Toni, Pedro Pais, Yann (Zé Manel-77’ e depois André-85’), João Rafael, Rui Silva (Vilar-61’), Ricardo Azevedo, Nandinho, Rosas, Fábio, Sérgio e Samu.
Treinador: António Cerqueira
Marcadores: Ricardo Azevedo (49’) e Fábio (79’)
Cartões amarelos: Ricardo Azevedo, João Rafael e Vilar
ARRIFANENSE
Carlos, Fernando (André-84’), Pedro Castro, Ricardo, Porto, João Pinto, Manel (Jorge-55’), Folha, Leandro, Bruno Fonseca (Pedro-65’) e Michel.
Treinador: Martins
Cartões amarelos: Pedro Castro, Porto e João Pinto
JOGO NO ESTÁDIO DO MERGULHÃO
EM CESAR
Árbitro: António Resende
Auxiliado por: Tiago Leandro e Fernando Pinho
Ao intervalo 0-0
Superioridade absoluta
No jogo grande da (quinta) jornada entre o, até então, líder invicto (Arrifanense) e um dos três segundos (Cesarense), a superioridade dos anfitriões foi de tal modo evidente que o resultado apenas peca por demasiado escasso. O início foi bastante movimentado, com os visitantes a revelarem-se algo mais perigosos em dois remates intencionais, a que o Cesarense respondeu com três cantos consecutivos, tudo isto ainda dentro da primeira dezena de minutos. Depois, gradualmente, o Cesarense foi tomando conta do jogo, graças a um futebol mais apoiado na progressão ofensiva, enquanto o Arrifanense optava por um tipo de futebol mais directo, com lançamentos em profundidade. Aos 37 minutos, Porto jogou a bola com a mão e na conversão da respectiva grande penalidade, Sérgio acertou no poste direito, com Carlos lançado para o lado contrário. Aos 44, Samu isolou-se e, à saída de Carlos, atirou para a baliza deserta, mas a bola, caprichosamente, bateu na base do poste e não entrou e mesmo sobre o intervalo, Fábio antecipou-se a Carlos, mas o cabeceamento saiu sobre a baliza.
Na segunda metade, o Cesarense, que neste jogo apresentou o novo patrocinador – TELNOR – abriu finalmente o marcador através de Ricardo Azevedo, num estoiro de pé direito que ainda bateu num poste antes de entrar quase junto ao outro. O Arrifanense reagiu, mas pouco, porque o Cesarense nunca abdicou do controle do jogo, quer na construção das melhores jogadas, quer a fechar bem os espaços por onde o adversário pretendia a abrir o caminho para a baliza de Toni. Aos 79 minutos, o 2-0 por Fábio, em recarga a um primeiro remate de Vilar que Carlos defendeu com os pés, conferia outra expressão à supremacia do Cesarense no jogo. De resto, só aos 81 minutos, os visitantes tiveram a única oportunidade para marcar quando Leandro e Michel saltaram ambos à mesma bola e perderam o lance só com o guardião Toni pela frente.
Vitória justíssima do Cesarense num jogo viril, mas muito correcto e com uma arbitragem positiva do “nacional” António Resende, mesmo com o benefício da dúvida no lance (aos 26 minutos) na área visitante, entre Fernando e Ricardo Azevedo, com este a ser amarelado por suposta simulação de grande penalidade.
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