Aveiro – I Divisão F. C. Cesarense 1 - F. C. Arouca 1
Toni, Rui Silva, Marcelo (Sérginho-82’), Bruno Cardoso, Nandinho, Yann (Pedro Sousa-2º tempo), André Azevedo (Ricardo Azevedo-60’), Marinho, Fábio, Sérgio Bruno e Samu
Treinador: Rui França
Marcador: Bruno Cardoso (12’)
Cartões amarelos: Bruno Cardoso, Marcelo e Rui Silva
Arouca:
Treinador: Rui Correia
Marcador: William (16’)
Cartões amarelos: Filipito, Edinho, Ricardo, Ramadinha e Hugo Xavier

"A EQUIPA ESCOLHIDA POR RUI FRANÇA"
JOGO NO ESTÁDIO DO MERGULHÃO
EM CESAR
Árbitro: António Resende
Auxiliado por: Tiago Leandro e Fernando Pinho
Ao intervalo: 1-1
Tudo como dantes
Aguardado com enorme expectativa, este jogo entre os dois mais sérios candidatos à subida, registou a maior enchente da época no estádio do Mergulhão, mas acabou por deixar tudo como dantes, no que à diferença pontual entre as duas equipas diz respeito. De facto, bem resguardado pela confortável vantagem de 14 pontos, o Arouca jogou o quanto baste para não perder, enquanto só a vitória interessava ao novo Cesarense de Rui França, para encurtar a diferença. E, apesar das ausências (por lesão e/ou castigos), o Cesarense apresentou uma equipa que iniciou o jogo moralizada para vencer como, de resto, ficou demonstrado logo aos 2 minutos, quando Samu assistiu Fábio para um remate cruzado e rasteiro, que saiu muito perto do poste mais longe da baliza de Jaime. Aos 12 minutos, Bruno Cardoso, lançado em profundidade sobre a direita do ataque, entrou na área do Arouca e, à saída de Jaime rematou para o desvio do guardião visitante, mas para dentro da baliza. Durou pouco, todavia, a vantagem do Cesarense, já que, 4 minutos volvidos, William, na conversão de um livre directo, surpreendeu Toni, que esperava por um cruzamento. O fulgor inicial das equipas foi-se, então, diluindo com o tempo, pois apesar do maior ascendente do Cesarense no terreno, foram nulos os seus efeitos práticos, até porque o (tipo de) futebol desligado era comum às duas equipas.
"BANCADA DO MRGULHÃO REPLETA"
Na segunda parte, o Arouca entrou mais determinado, deixando o primeiro sinal de perigo aos 49 minutos, no lance conduzido por Rogério, que Telmo concluiu com um remate sobre a baliza de Toni. Aos 57, Filipito, no interior da pequena área, proporcionou a Toni um providencial desvio com os pés e só a partir dos 65 minutos o Cesarense teve uma ligeira (mas efémera) reacção, chegando mesmo Samu (aos 70 minutos) a introduzir a bola na baliza de Jaime, embora em lance inviabilizado pelo árbitro (antes da bola entrar), por alegado fora de jogo, assinalado pelo auxiliar. Depois, o jogo voltou a um ritmo mais lento e menos atractivo, apesar de quase equitativamente dividido pelos dois meios campos. E só muito perto do termo as equipas pareceram despertar, conferindo ao jogo outra emoção. Primeiro, aos 88 minutos, quando Jaime negou o golo a Sérginho, com um desvio para canto e na resposta, no minuto subsequente, no remate de cabeça de Pina, na pequena área, para as mãos de Toni.
Resultado lógico num jogo em que o juiz dos nacionais, António Resende, teve o trabalho facilitado pela correcção dos jogadores. Mas terá poupado o segundo amarelo a Edinho, quando, aos 42 minutos, jogou a bola com o braço.
0 penalti:
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