Thursday, April 26, 2007

Aveiro – I Divisão Cesarense 3 Estarreja 0

Augusto Vilhena

Cesarense:
Filipe, Pedro Pais, João Rafael, Rui Silva, Sousa, Marcelo (Zé Manuel-60’), Ricardo Azevedo (Samu-50’), Nandinho, Marinho, Fábio (Bruno Cardoso-67’) e Sérgio Bruno
Treinador: Rui França
Marcadores: Sérgio Bruno (19’), Marcelo (29’) e Sousa (67’)
Cartões amarelos: Fábio, Ricardo Azevedo, Marcelo e Samu


Estarreja:


Apolo, Amaral, Mário, David, Ricardo, Bonfim, Santos, Cerqueira (Valter-62’), Marquitos (Tarola-76’), Sérgio e Nélinho (Jorge Emanuel-2º tempo)
Treinador: Sandro Bote
Cartões amarelos: Ricardo e Cerqueira


JOGO NO ESTÁDIO DO MERGULHÃO
EM CESAR
Árbitro: Carlos Pinto
Auxiliado por: Óscar Rocha e Rui Soares

Ao intervalo: 2-0

Triunfo inquestionável

Inserido nas comemorações dos 75 anos do FCC, subiram ao relvado antes do início do encontro duas velhas glórias do clube – Luís (da Sope) e Joaquim (do Neca) – tendo este exibido o par de chuteiras com que há 60 anos (época 46/47) defrontou, curiosamente, o Estarreja, então, no antigo pelado do Mergulhão. Foi um breve regresso ao passado, que o público sublinhou com um carinhoso aplauso em preito à equipa desse tempo, ali representada por estes dois símbolos ainda vivos do histórico emblema do FCC.

Após um período inicial em que ambas as equipas tardaram a assentar o jogo, o primeiro lance de algum perigo surgiu aos 16 minutos numa perda de bola a meio campo, que Cerqueira aproveitou para progredir no terreno e, com Bonfim solto na área, preferiu o remate que saiu sobre a baliza de Filipe. Na resposta, aos 19 minutos, um deficiente corte de cabeça (para trás) de um defensor visitante, proporcionou a Marcelo um remate que Apolo não segurou, tendo Mário completado o alívio para canto, na sequência do qual Sérgio Bruno, de cabeça, inaugurou o marcador. Com o jogo mais dividido, aos 22 minutos, Filipe desviou para canto um remate de Cerqueira e aos 24, Apolo segurou bem uma cabeçada intencional de Ricardo Azevedo. Aos 29 minutos Sousa cobrou um livre para a desmarcação rápida de Marcelo a surpreender a defesa do Estarreja com um desvio fora do alcance de Apolo. Era o 2-0 a confirmar o maior ascendente do Cesarense no jogo, não obstante os esporádicos remates de Cerqueira, em jeito de reacção do Estarreja, mas quase sempre longe do alvo.
Na segunda parte houve, inicialmente, muita luta, mas pouca clarividência no futebol praticado e ainda menos objectividade pelas balizas. A excepção a esta regra quase generalizada aconteceu aos 67 minutos no bom trabalho de Fábio a estender a passadeira por onde Sousa, solto na meia lua, fez o 3-0. Enquanto o Estarreja era uma equipa sem ideias no terreno, o Cesarense ia dominando o jogo a seu bel prazer, imprimindo-lhe o ritmo que mais lhe convinha para construir oportunidades que justificavam outro desnível no marcador, como por exemplo, aos 85 minutos, no lance de bom envolvimento ofensivo, que Nandinho concluiu com um remate ligeiramente ao lado da baliza de Apolo.
Triunfo indiscutível do Cesarense num jogo em que o trabalho da arbitragem foi muito facilitado pela correcção dos jogadores.

0 penalti:

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